GUERRILHA BRINCANTE: insurgências da filosofia africana na formação do pensamento crítico nas aulas de filosofia na perspectiva decolonial
Palavras-chave:
Filosofia Africana 1. Pedagogia Decolonial 2. Ensino de filosofia 3.Resumo
O trabalho proposto centraliza-se na temática da decolonização do currículo, abordagem de relevância fundamental para combater o eurocentrismo e garantir um ensino filosófico que verdadeiramente atende aos ecos das vozes africanas que por séculos foram silenciados. Para tanto, o trabalho tem como pilar a filosofia africana, sendo seu principal recurso o capítulo “Guerrilha Brincante”, presente na obra Vence-demanda: educação e descolonização” (2021) de Luiz Rufino. Nele, o autor discute a dimensão lúdica e encarnada do pensamento africano entre a gente de nosso país, o que, somado ao resgate do conhecimento filosófico milenar proveniente da filosofia africana, serve para complementar e enriquecer a ciranda. A pesquisa bibliográfica mediada pelo método dedutivo e de observação do interesse pelo ensino de filosofia a partir da perspectiva decolonial em sala de aula foi a metodologia aplicada. Como conclusão, os frutos desse trabalho na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) comprovaram que a assimilação da filosofia africana e da pedagogia decolonial não serve apenas de complemento ao ensino tradicional, mas se demonstra basilar para a produção acadêmica crítica e integral, sobretudo para a formação docente, validando a urgência de sua inserção em todas as esferas educacionais no combate ao racismo estrutural.
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Referências
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