AGILIDADE E EFICIÊNCIA NO PROCESSAMENTO DO MILHO VERDE: IMPACTO DO RALADOR ELÉTRICO NA SUSTENTABILIDADE
Palavras-chave:
Ralador elétrico. Milho verde . Sustentabilidade.Resumo
A crise climática global tem exigido mudanças nos modos de produção e consumo, especialmente em regiões vulneráveis como o semiárido brasileiro. A reutilização dos produtos eletrônicos que após o descarte são conhecidos como lixo eletrônico (e-lixo), a fim de possibilitar uma nova utilidade para estes resíduos de maneira que sua vida útil aumente. A construção de um ralador de milho elétrico com motor fruto da reutilização, justifica-se pela necessidade de otimizar o processo de preparo de alimentos derivados do milho. O processamento do milho com o uso do ralador manual é uma prática comum, mas marcada por grande esforço físico e baixa produtividade. Este estudo foi desenvolvido por meio de uma abordagem qualitativa e aplicada, com caráter descritivo e experimental. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um ralador elétrico para o processamento de milho verde, reutilizado motor. Ao analisar os dados, ficou evidente que a introdução do ralador elétrico representa um marco importante, otimizando tempo de trabalho e minimizando esforços físicos.
Downloads
Referências
ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para uma agricultura sustentável. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
BALDÉ, C. P. et al. The Global E-waste Monitor 2020. Bonn: United Nations University, 2020.
CUSTÓDIO, T. V; SCHWAB, M. P; ANJOS, M. E. S. dos; MACHADO, R. L. T; MACHADO, A. L. T. Debulhador manual de milho verde para a agricultura familiar. TECNOLÓGICA, Santa Cruz do Sul, v. 24, n. 1, p. 34–40. 2020.
DAGNINO, R. Tecnologia social: ferramenta para construir outra sociedade. Campinas: Unicamp, 2014.
DIAS, G. F. Educação ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 2004.
EMBRAPA, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Milho no Semiárido: práticas sustentáveis de cultivo e uso. Brasília, DF: Embrapa Milho e Sorgo, 2022. Disponível em: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/486917. Acesso em: 17 jun. 2025.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
IPCC, Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas. Relatório de Avaliação AR6 – Síntese para Formuladores de Políticas. Genebra: IPCC, 2022. Disponível em: https://www.ipcc.ch. Acesso em: 17 jun. 2025.
KAZAZIAN, T. (org.). Haverá a idade das coisas leves: design e desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Senac São Paulo, 2009. 194 p.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. de A. Fundamentos de metodologia científica. 8ª. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
LOUREIRO, C. F. B. Educação ambiental e a formação de sujeitos ecológicos: desafios para as práticas pedagógicas emancipatórias. Revista Brasileira de Educação Ambiental, v. 1, n. 1, p. 21-35, 2006.
LOUREIRO, C. F. B. Educação ambiental crítica: contribuições teóricas e desafios práticos. São Paulo: Cortez, 2012.
MINAYO, M. C. de S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 2001.
OLIVEIRA, N. R. F. de. O campo das práticas e saberes alimentares a partir da agricultura familiar. Revista Extensão Rural, n. 20, 2010.
ONU, ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. [S.l.]: ONU, 2023. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 8 ago. 2025.
ROMEIRO, C. S. V; MOREIRA, I. C; BALBINO, P. H; BIBIANE, S; ALENCAR, P. H. B; SOUZA, E. J. de. Agricultura familiar combina com mecanização agrícola. In: XIX UNIC – Anais, 2023.
SILVA, C. H. A. M; SILVA, J. P. de C; DIAS JÚNIOR, R. B; FRANCO, T. T. Ralador elétrico de milho verde. 2021. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Mecânica) – ETEC: Francisco Garcia, Mococa, SP, 2021.
WESTWING, Ralador de Milho. Disponível em: https://www.westwing.com.br/guiar/ralador-de-milho/. Acesso em: 08/07/2025.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista Ceará Científico

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
- Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).